julho 2, 2009
Contrastes de imagens de trastes. Sujeira líquida. Chorume. Um fedor de horror. Que coincidência. Eu também senti.
É capaz de sentir de longe, que entra nas narinas. Que nojo. Mas não deixa de ser imagem interessante, nada elegante, de gente.
É sentido de longe. E se faz presente. É a poeira preta, a fuligem. Quem dera eu ser diferente, dessa gente.
Mais que o tudo. O mais importante de tudo, no mundo. O maior. Mesmo assim não é o bastante. Falta mais um pouco. Cospe no chão. Pega o lixo e passa na cara. A cara fica preta.
Sai para o lado de lá. Dá um tapa na cara. Se joga no chão. Balança os braços, pede ajuda. Nada. Tenta se levantar, tropeça. Nada. Cai de cara, se arranha. Nada. Cadê todo mundo?
julho 2, 2009 às 6:33 pm
Me trouxe uma imagem forte a cabeça. uma coisa triste, difícil de mudar ou quase impossível. mas um desejo, de igualdade em realididade.
julho 11, 2009 às 11:35 pm
li e me veio um desejo de interferir… de ajudar. não sei se é o caso.